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Segundo pesquisa Quaest, Ricardo Nunes lidera com 24% das intenções de voto, seguido de Guilherme Boulos com 23% e Abraham Weintraub com 20%, configurando um empate técnico na corrida pela prefeitura

  • Foto do escritor: Aress Engenharia
    Aress Engenharia
  • 18 de set. de 2024
  • 2 min de leitura

Em relação à pesquisa anterior, Nunes manteve o mesmo número, Boulos oscilou 2 pontos para cima e Marçal, 3 para baixo – ambas as variações estão dentro da margem de erro, que é de 3 pontos para mais ou para menos.


Intenção de voto para prefeito de São Paulo - 1º turno - Evolução da pesquisa estimulada


A pesquisa entrevistou 1.200 pessoas de 16 anos ou mais, presencialmente, na capital, entre 15 e 17 de setembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais.

Ricardo Nunes (MDB)

Guilherme Boulos (PSOL)

Datena (PSDB)

Pablo Marçal (PRTB)

Tabata Amaral (PSB)

Marina Helena (Novo)

Outros

Indecisos

Branco/Nulo/Não vai votar


Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (18) mostra Ricardo Nunes (MDB) com 24%, Guilherme Boulos (PSOL) com 23% e Pablo Marçal (PRTB) com 20%, em um empate técnico triplo na liderança da disputa pela Prefeitura de São Paulo.

A pesquisa captou a cadeirada de Datena em Marçal no debate da TV Cultura na noite de domingo (15) em dois dos três dias de entrevistas (15 a 17).


Os números indicam que o empate técnico triplo na liderança entre os três candidatos continua. Em relação à pesquisa anterior, Marçal oscilou 3 pontos para baixo (dentro da margem de erro) e Boulos, dois pontos para cima. Nunes manteve o mesmo número.

Veja os números:



A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo SP-00281/2024. O levantamento ouviu 1.200 pessoas entre 15 e 17 de setembro. O nível de confiança é de 95%.


Segundo o diretor da Quaest, Felipe Nunes, a pesquisa mostra uma reversão da tendência de crescimento de Marçal, que nas três pesquisas anteriores havia registrado oscilações positivas (foi de 11% em junho, para 13% em julho, 19% em agosto, 23% em 11 de setembro e 20% agora).


 
 
 

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